Perguntas Frequentes

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Perguntas Frequentes2016-11-21T01:21:32+00:00

Perguntas Gerais

Na Sarapiquá, investimos na idéia de que o aluno aprende a pensar e produzir de maneira crítica e criativa. Para isso, a escola fundamenta teoricamente sua prática na concepção que chamamos sócio-construtivista, por trabalhar com fundamentos do sócio-interacionismo e do construtivismo. É um princípio da escola que os alunos adquiram um conjunto de conhecimentos dados socialmente e também desenvolvam estratégias para a produção de novos saberes. Acreditamos que assim possam construir novos conhecimentos, reflexões e ações pautadas numa visão que congrega tanto as singularidades como a coletividade dos sujeitos. São pilares pedagógicos, a ética, a democracia e a participação. Esses eixos fazem parte do cotidiano subsidiando a vida de grupo e as relações com as pessoas, o mundo e o conhecimento. 
Sim, desde a primeira semana de aula é obrigatório o uso da camiseta e do casaco diariamente. 
Não. A Escola trabalha com materiais didáticos diversos extraídos de livros didáticos, de literatura e de livros para didáticos, revistas, internet e organizados pelo professor. Esse material é distribuído ao longo dos meses letivos, constituindo o arquivo de estudos anual. 

 

Educação Infantil

Todas as professoras têm, ou estão concluindo, a graduação em pedagogia. Mas, na Sarapiquá entendemos que a formação acadêmica é apenas uma parte do processo. Acreditamos que o processo de formação é contínuo, por isso, acontecem semanalmente reuniões com a coordenação pedagógica e, quinzenalmente, reuniões de grupo de professores/as. 
Na Sarapiquá o limite é um ato afetivo, isso significa que nos implicamos com o outro. A vida em grupo permite que todos aprendam sobre o seu espaço de participação, mas também sobre o espaço do outro. O “não” é necessário, o choro é acolhido e cuidamos para que não sejam potencializadas vítimas ou culpados. Os limites, por vezes, são cerceadores das vontades individuais mas, também podem ser entendidos como fronteiras a ser transpostas. 
Infantil II – 16 crianças (professora e auxiliar). Infantil III – 18 crianças (professora e auxiliar). Infantil IV – 18 crianças. Infantil V – 20 crianças 
O tempo e o espaço ocupados pelas crianças envolvem atividades dentro e fora da sala. No sítio temos uma área verde privilegiada que é aproveitada ao máximo. Espaços como a horta, a ruína e a cachoeira servem de palco para pesquisas, piqueniques, estudos, brincadeiras e muitos aprendizados.
Na Escola Sarapiquá o lanche é coletivo. A cada dia uma criança traz e compartilha com os demais, um lanche saudável. Os pais recebem uma escala, no início do mês, e no dia do lanche trazem suco natural, frutas da estação e um complemento, como, por exemplo, o pão de queijo. Este é um momento muito significativo para as crianças. Elas são protagonistas e vivem na prática a intenção e o ato de compartilhar. O lanche envolve um certo “ritual”, pois anuncia o momento de comer junto, conversar, experimentar uma fruta diferente, provar um novo sabor, falar e ouvir o outro.
A adaptação é um momento especial na vida escolar, tanto para as crianças como para os pais. Nem sempre é fácil fazer a separação, por isso, acolhemos os mais variados sentimentos que afloram neste momento. A adaptação é gradativa, especialmente para nas turmas de Infantil II e III. O objetivo inicial é estabelecer o vínculo, mostrar à criança que ela está segura e que pode confiar. A criança fica, nos primeiros dias, em curtos períodos na escola, vão aumentando gradativamente até que ela consiga ficar todo o turno. Ainda nos primeiros dias o acompanhante (pai ou mãe) fica na escola para também participar desse processo. 
Este é um processo compartilhado com a família a partir da observação de que a criança está preparada para este momento. Durante o período, a professora conduzirá várias idas ao banheiro, individual e coletivamente, para fortalecer essa prática como mais uma conquista.
Na educação Infantil há um cuidado especial para que os conteúdos trabalhados potencializem diferentes linguagens, não tratando de disciplinas específicas. Os projetos de trabalhos, conduzidos pelas professoras, alargam-se no sentido de buscar na arte, por exemplo, um caminho para a o registro e a experimentação. O movimento acompanha a aprendizagem, como linguagem no cotidiano, portanto amplia-se, desenvolve-se.
Trimestralmente acontecem as reuniões de pais para a entrega das avaliações. Nesse momento, os pais recebem o relatório de grupo, que diz dos projetos trabalhados, dos encaminhamentos coletivos e desafios traçados, e o parecer individual que fala de cada criança individualmente, a partir da sua singularidade diante dos desafios propostos. 
São dois os fóruns de reuniões com os pais. As reuniões coletivas, que acontecem trimestralmente e as reuniões individuais, conversas entre a família e a escola, que podem acontecer com a professora e/ou a coordenadora. Essas últimas não têm uma regularidade, são chamadas de acordo com a necessidade tanto pela família quanto pela escola. 

Ensino Fundamental I

Ler, escrever e desenhar o mundo são experiências vividas pelos alunos desde a Educação Infantil. Portanto, ao ingressar no primeiro ano, alguns conhecimentos prévios sobre o universo da comunicação já estão presentes na criança. No primeiro ano ocorre a preparação e o suporte para que a sistematização aconteça no segundo ano. Portanto é objetivo deste ciclo intensificar o significado do quê, como e porquê escrevemos e lemos, assim como sistematizar a produção do aluno. 
As crianças, no Ensino Fundamental têm uma professora que organiza e coordena os conteúdos de Matemática, Ciências, Língua Portuguesa, História e Geografia, Artes e ainda contam com os professores específicos que trabalham Ed. Física, Música, Língua Inglesa. Nas turmas dos 4° e 5° Anos são duas professoras, uma para Artes, Ciências e Matemática e outra para L.P., História e Geografia. Para todas as turmas, mensalmente há um encontro para a Hora do Conto. O objetivo desta atividade reside em ampliar modelos e papéis na contação de histórias. Por isso além do contador de histórias também a professora exerce esse papel uma Há também um tempo semanal tanto para uso da Sala Informatizada, com assessoria para complementação dos estudos e projetos de aula, quanto para o uso da Biblioteca, quando as crianças retiram livros para leitura. 
Não. O tempo escolar dos alunos é planejado e coordenado pelo/as professores/as que têm como desafio trazer ao cotidiano os conteúdos curriculares, visando a formação formal, mas também olhando as singularidades e a vida de grupo. Esse tempo é pensado com atividades individuais e coletivas a partir dos projetos de trabalho e os conteúdos específicos. 
Na Escola Sarapiquá o lanche é coletivo. A cada dia uma criança traz para compartilhar, com os demais, um lanche saudável. Os pais recebem uma escala mensal, no início do mês, e no dia do lanche trazem suco natural, frutas da estação e um complemento, como por exemplo, pão de queijo. Este é um momento muito significativo para as crianças. Elas são protagonistas e vivem na prática a intenção e o ato de compartilhar. O lanche envolve um certo “ritual”, pois anuncia o momento de comer junto, conversar, experimentar uma fruta diferente, provar um novo sabor, falar e ouvir o outro. 
O papel do professor é orientar, organizar, questionar e apoiar o aluno, nesta sua etapa, favorecendo práticas que contemplem a busca da independência, da autoria, do desejo de aprender e do compromisso dele com o seu desenvolvimento. E é assim na hora de escrever um texto, desenhar uma imagem, pintar um pensamento, calcular um problema, investigar uma pergunta, experimentar um lanche, ler uma poesia ou movimentar uma perna. 
As turmas da manhã, das 7h30 às 12h E a turmas da tarde, das 13h30 às 18h. 

 

Ensino Fundamental II

A base para uma prova de vestibular não ocorre somente pela aprendizagem de conteúdos disciplinares, mas também pela capacidade que o aluno desenvolve para resolver problemas, para pensar e se posicionar frente aos desafios. Embora a formação da escola não seja de Ensino Médio, esta preocupação com o vestibular aparece com freqüência. Nosso objetivo é uma formação ampliada que potencialize a estes sujeitos um novo modo de lidar com os desafios, pensando, posicionando-se e agindo competentemente.
A escola não tem cantina, mesmo no Fundamental II o lanche continua sendo coletivo. A cada dia um aluno traz o lanche para os demais do grupo. A escala é mensal, sendo enviada no início do mês. No dia do lanche trazem suco natural, frutas da estação e um complemento, como por exemplo, sanduíche. 
O currículo de uma escola é determinado pelas escolhas e recortes que são priorizados. Poderíamos dizer que alguns conteúdos são os mesmos, mas a ênfase, o modo de interlocução com o mesmos, por vezes é diferente. A produção do texto, a reflexão, a sensibilidade, a criação acompanham, por exemplo, as fórmulas, os gráficos, as regras ortográficas e a produção dos sentidos no que se estuda e se conhece. 
Sim. Embora este instrumento avaliativo não seja o único e nem sua aplicação uma pegadinha para o aluno tirar nota baixa. Na prova o aluno expõe seu entendimento, sobre determinado conteúdo estudado. 
No ensino fundamental, o desempenho escolar do aluno é formalizado trimestralmente através de avaliações descritivas, consolidadas em relatórios de grupo e individuais. Eles apontam os conteúdos trabalhados, aprendizagens e os desafios dos alunos. Há também a avaliação através de conceitos. Estas avaliações são entregues aos pais em reunião, mas também são mostradas aos alunos e discutidas em classe previamente. Nesse processo é levado em conta o que o aluno sabe, como ele utiliza e mostra este saber e o que precisa aprender. Para isso é observada a sua postura em sala de aula: a participação, o compromisso e o interesse. Com os cadernos e folhas de registro são observados organização, cuidado, anotações, comprometimento e a qualidade com as suas tarefas. O mesmo ocorre com os trabalhos de pesquisa em grupo ou individuais, as provas e os demais registros solicitados pelo professor. 
O processo de recuperação ocorre durante todo o ano, paralelo às aulas e é constituído pela recuperação trimestral (em abril, julho e novembro); e a recuperação final (em dezembro). Este processo visa fortalecer o aluno em todos os aspectos da vida escolar. 
Protagonizar uma ação, uma mudança, requer participação, que, por sua vez, exige, dos envolvidos no processo, a busca por uma expressão significativa e representativa da juventude como parte da comunidade. Queremos, com este projeto, oferecer ao aluno a oportunidade de lançar um olhar mais atento e crítico sobre a sua participação individual e social, a solidariedade nas ações e o exercício da estética como forma de comunicação social. Criar espaço para os alunos vivenciarem diferentes formas de produção de linguagem nas mídias para que se tornem participantes ativos, refletindo sobre o exercício de serem comunicadores além de espectadores. Com base nesses pressupostos os grupos de 6º a 9º anos tem aulas de Filosofia e Língua Espanhola, ampliando suas relações sobre pensar, sentir e estar no mundo.
O Ensino Fundamental II só funciona pela manhã, das 7h20 às 12h10.